quarta-feira, 7 de junho de 2017

A Unidade que Agrada a Deus

Deus quer que seus seguidores sejam unidos. Quando Jesus se preparou para sua própria morte, uma das primeiras coisas em sua mente foi a unidade dos seus discípulos: "Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste" (João 17:20-21). Aqueles que querem glorificar a Deus incentivarão esta unidade entre os crentes: "Assim, pois, seguimos as cousas da paz e também as da edificação de uns para com os outros" (Romanos 14:19). Como servos de Deus em comunhão com o Espírito Santo, deveremos trabalhar humildemente para manter a unidade: ". . . completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma cousa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento. Nada façais por partidarismo ou vangloria, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros" (Filipenses 2:2-4). Paulo deu a fórmula prática para esta paz quando escreveu à igreja dividida em Corinto: "Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis a todos a mesma cousa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer" (1 Coríntios 1:10).

Crer que a unidade é importante é uma coisa. Praticá-la é outra. Neste artigo, examinaremos alguns esforços para manter a unidade de maneiras que Deus não aceita. Então consideraremos a base da unidade que agrada a Deus.

Esforços Humanos para Manter a Unidade

Algumas vezes, pessoas bem intencionadas estão tão preocupadas em manter a unidade que usarão qualquer método ­ incluindo os meios que Deus nunca aprovou ­ para preservar uma união artificial. Considere alguns exemplos de esforços humanos que Deus não aprova.

Unidade por legislação humana. Muitas igrejas impõem regras para manter a unidade na congregação. Convenções, congressos e conferências são usados freqüentemente como meios de estabelecer e manter normas de doutrina e prática, tentando assim criar e manter a unidade entre as congregações. A Bíblia nunca autoriza tais métodos humanos.

Unidade por estrutura de organização humana. Muitos grupos religiosos procuram manter a unidade criando hierarquias de autoridade denominacional. Grupos de congregações que têm "sedes" ou outros laços estão seguindo o esquema humano. No Novo Testamento nunca há nem sinal de uma igreja supervisionando outra. Cada congregação era totalmente independente e responsável diante de sua cabeça, que é Cristo. Deus nunca ordenou papas, bispos, presidentes ou quem quer que seja para supervisionar múltiplas congregações. Os únicos supervisores humanos aprovados por Deus são os presbíteros (também chamados pastores e bispos) que cuidam da igreja local onde estão (Atos 14:23; Filipenses 1:1; 1 Pedro 5:1-2).

Unidade por meio de placas de igrejas. Ainda que a Bíblia não use um único nome especial para descrever igrejas, muitas pessoas tentam manter ligações entre congregações por meio de placas. Estas pessoas pensam que todas as igrejas que seguem Jesus deverão usar o mesmo "nome" para que possam ser imediatamente identificadas como fiéis. Como resultado desta mentalidade, algumas igrejas adotaram nomes que ressaltam algum ponto doutrinário especial (Batista, Pentecostal, Presbiteriana, etc.). Outros usam nomes que honram pessoas respeitadas como fundadores das respectivas denominações (Luterana, Wesleyana, etc.). Algumas vezes o nome por si pode ser bom. Pode ser uma descrição simples do fato que o grupo designado busca seguir o Senhor (igreja de Deus, igreja de Cristo, etc.). Não há problema bíblico com o uso de tais descrições, mas precisamos lembrar que elas não são marcas registradas que identifiquem os verdadeiros servos de Deus.

Unidade pelo método de Diótrefes. Um dos mais velhos métodos humanos de manter "unidade" foi praticado por um homem chamado Diótrefes. Este homem queria um lugar de primazia entre seus irmãos, e decidiu-se a expelir da igreja quem quer que não o seguisse. Ele se via como "dono da igreja" e usou várias acusações falsas e palavras maliciosas para afastar e manter fora aqueles que estavam pregando a verdade. Ele não permitiria nem mesmo que a igreja recebesse coisas escritas por fiéis servos de Deus! Seus esforços para proteger seu próprio partido eram prejudiciais à causa de Cristo. João não se intimidou com tal carnalidade. Ele escreveu a este arrogante servo de Satanás: "Por isso, se eu for aí, far-lhe-ei lembradas as obras que ele pratica, proferindo contra nós palavras maliciosas. E, não satisfeito com estas cousas, nem ele mesmo acolhe os irmãos, como impede os que querem recebê-los e os expulsa da igreja. Amado, não imites o que é mau, senão o que é bom. Aquele que pratica o bem procede de Deus; aquele que pratica o mal jamais viu a Deus (3 João 10-11).

A Base da Unidade que Agrada a Deus

Conquanto os métodos humanos para manter a unidade possam parecer práticos e eficientes, os verdadeiros seguidores de Jesus procurarão manter a unidade do modo que ele nos ensina nas Escrituras. Consideremos alguns textos importantes que nos auxiliarão a entender o que Jesus quer que façamos.

João 17:17-23 A oração de Jesus mostra a base da unidade que agrada a Deus. União com Deus requer santificação do pecado do mundo (João 17:17-19). É irônico, mas importante, entender que a unidade requer divisão! Se quisermos estar unidos com Deus e seus servos, precisamos não manter comunhão com Satanás e seus servos. Santificação e harmonia vêm pela palavra de Deus (João 17:17, 20-21). Nossa unidade tem que ser modelada pelo exemplo divino. O Pai e o Filho são pessoas distintas, mas concordam em tudo o que dizem e fazem. Os cristãos, portanto, buscam desenvolver a mente de Cristo através do estudo de sua palavra para que possam aprender a pensar como Deus pensa (1 Coríntios 2:9-16). A relação amorosa entre cristãos serve como evidência para o mundo que nosso Senhor veio do Pai (João 17:21-23).

1 Coríntios 1:10 O apelo de Paulo mostra que a palavra revelada é a base de nossa unidade. Nossa união é baseada em Jesus Cristo. Quando seguimos cuidadosamente sua autoridade em tudo o que fazemos, evitamos as divisões que vêm das opiniões, doutrinas e esquemas humanos (Colossenses 3:17). Os cristãos deverão falar a mesma coisa. Isto não justifica meios artificiais para impor uniformidade no ensino das igrejas, mas antes nos desafia a buscar entender e ensinar exclusivamente a doutrina de Cristo (1 Coríntios, 4:6; 2 João 9). O discípulos deverão ter a "mesma disposição mental". A humildade desprendida de Jesus é nosso exemplo perfeito (Filipenses 2:1-8; Romanos 12:9-10, 15-18). Os seguidores de Cristo precisam desenvolver o "mesmo parecer". Enquanto opiniões humanas criam contenda e divisão, a vontade perfeita de Cristo incentiva completa harmonia entre os irmãos. Para conseguir este "mesmo parecer", precisamos ser bastante humildes para abandonar as opiniões e tradições humanas, para assim ensinar e praticar somente o que é autorizado no Novo Testamento.

Tiago 3:17-18 O comentário de Tiago nos recorda as prioridades corretas que deveremos buscar. A sabedoria divina "é, primeiramente, pura; depois, pacífica . . . ." Cometemos um erro terrível quando invertemos esta ordem. Algumas pessoas estão tão decididas a manter a paz que se esquecem da necessidade de defender a doutrina pura. Freqüentemente até ridicularizarão aqueles que insistem no estudo cuidadoso e aplicação do ensino do Novo Testamento, declarando que estão mais preocupadas com o amor e a unidade. Mas o amor real obedece aos mandamentos de Jesus (João 14:15) e a unidade real é baseada na concordância com suas palavras (1 Coríntios 1:10). Quando somos fiéis a Cristo, estamos seguros da comunhão com ele e com seus verdadeiros seguidores (1 João 1:5:7). Deveremos incentivar a paz, porém não ao preço da verdade. Se formos forçados a escolher entre a pureza da doutrina de Cristo e a paz com nossos irmãos, precisamos por Deus em primeiro lugar. É melhor estar próximo de Deus e longe dos homens do que estar perto dos homens e longe de Deus. A unidade que Deus quer está entre Deus e seus servos obedientes (João 14:23) e, em conseqüência, entre os irmãos que servem o esmo Deus (1 Coríntios 1:10).

O Desafio na Aplicação

A unidade artificial é fácil. Os homens são muito capazes de esconder diferenças reais e criar alianças ímpias, como o faziam os fariseus e os herodianos quando se uniam contra seu adversário comum, Jesus. Mas a unidade real requer trabalho duro. Exige estudo diligente, humildade genuína, amor pelos irmãos e, acima de tudo, um amor intransigente por Deus e sua palavra. Que Deus nos ajude a desenvolver a mente de Cristo para servi-lo juntos!

quinta-feira, 25 de maio de 2017

COMO VENCER AS AMEAÇAS DA VIDA 





2 Cronicas 20.1-22

Por muitas ocasiões passamos por algum tipo de ameaça na nossa vida.

Ameaça:

Desemprego;
falencia;
casamento;
noivado;
namoro;
saúde;
projetos falidos,
futuro,

Mas diante de alguma ameaça o que fazer?

Como reagir e dar a volta por cima?

1. Não ficar imobilizado diante da grandeza dos problemas. V.2

2. Não hesite em buscar logo o Senhor. V.3 Lute em oração.

3. Junte-se com o povo de Deus para marchar em direção a vitória. V.4
Amigos de oração. Começar a luta ao lado da igreja. V.5

3. Reconhecer que Deus é muito poderoso. V.6

4. Coloque seus olhos no Senhor. V.12

5. Deus lutará por você. V.17

Conclusão: Nada pode nos desmotivar e nos meter medo se é que esperamos tudo em Deus. Deus é o Deus do impossível mesmo. Ele nos supreende com grandes feitos e o maior destes feitos é a Sua infinita misericórdia. Deus desfaz todas as ameaças contra nós.
JEJUM E GUERRA ESPIRITUAL 

Sem dúvida, o jejum deve fazer parte de nossa vida em Cristo para nos tornarmos melhores guerreiros na batalha em que estamos. Jesus foi claro:

“Quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram o rosto com o fim de parecer aos homens que jejuam. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa. Tu, porém, quando jejuardes, unge a cabeça e lava o rosto; com o fim de não parecer aos homens que jejuas, e, sim, ao teu Pai em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.” (Mateus 6.16-18)

Muitos discípulos novos indagam sobre o valor do jejum, como fazê-lo, por quanto tempo, etc. Para ajudá-los, vamos responder à pergunta:

PARA QUE SERVE O JEJUM?



• PARA SANTIFICAÇÃO INDIVIDUAL – Salmo 35.13; 69.10

Por trás dos pecados que nos dominam, dos fracassos pessoais, por trás dos muitos males que afetam a igreja e obstruem os canais da bênção de Deus, os choques de personalidade, temperamentos, por trás de tudo isto se encontra o orgulho do coração do homem. O jejum é um corretivo divino que prepara a terra, quebra o orgulho, disciplina o corpo e humilha a alma.

• PARA QUE DEUS NOS OUÇA – Esdras 8.21-23; Neemias 9.1-3

O jejum dá asas à oração; dá poder nas petições (Jeremias 29.13,14; Joel 2.12). A oração é guerra contra as forças opositoras. O homem que ora com jejum testifica aos céus que quer aquilo que busca.

• PARA FAZER COM QUE DEUS MUDE A DIREÇÃO DAS COISAS – Jonas 3.4,10; 1 Reis 21.27

Aqui uma cidade prevaleceu com Deus pelo jejum e oração. Deus enviou Jonas a Nínive para estender sua misericórdia aos ninivitas.

• PARA SOLTAR OS CATIVOS – Isaías 58.6

Há aqui uma aplicação espiritual para os crentes de hoje. É uma luta que se trava nas “regiões celestiais”. Satanás é um adversário duro e não quer tirar sua mão das almas e corpos das pessoas, a menos que seja forçado a fazê-lo. O jejum provê esta força.
Fortalecimento do intercessor para forçar o inimigo a largar sua presa.
Dá autoridade no momento em que se deve dar a ordem de libertação.

• PARA DERROTAR O HOMEM FORTE – Isaías 49.24-25; Mateus 12.29; Lucas 11.21-23

Há casos de necessidade ao nosso redor. O Senhor quer que tenhamos a autoridade de enfrentar as forças ao nosso redor. “Em meu nome expelirão demônios” (Mateus 17.21; Marcos 16.7).

• PARA RECEBER REVELAÇÃO – Daniel 9.2,3,21,22

Daniel treinou-se desde cedo em sua alimentação (Daniel 1.8,11-16; 9.2,3). O Novo Testamento relata casos de jejum: Pedro (Atos 10.10); Paulo (Atos 27.21-24; 2 Coríntios 11.27). Paulo jejuava com freqüência e o capítulo seguinte fala de suas revelações.
Nada nas Escrituras indica que devemos buscar sonhos e revelações; quando buscamos a Deus, podemos encontrá-las.
Necessitamos constantemente da revelação de Deus para nossas vidas.

• PARA SUBJUGAR O CORPO – 1 Coríntios 9.27; Êxodo 16.3

Deus nos deu o corpo e certos instintos básicos que incluem os apetites do corpo, mas requer que tenhamos o físico submisso ao espiritual.
O cristão tem que saber distinguir a linha entre satisfazer os desejos normais do corpo e as demandas do espírito.
Paulo insistia em disciplinar o corpo para não “satisfazer os desejos da carne” (Romanos 13.14). “Revestir-se do Senhor Jesus”.
Para o discípulo o jejum é um exercício espiritual tão eficaz como a ginástica o é para o atleta.
Eliminação dos alimentos que viciam o corpo.

ASPECTOS PRÁTICOS DO JEJUM


• O JEJUM E O CORPO – 1 Coríntios 6.13,19,20

Um corpo normal, saudável e bem alimentado pode resistir por várias semanas sem ser prejudicado. O corpo vive de excesso de gorduras e somente depois de muito tempo é que começa a consumir as células vivas, entrando em estado de inanição.
O jejum ajuda o corpo a purificar-se.

• PARA SAÚDE E CURA – Isaías 58.8; 3 João 2

A promessa de cura está incluída no jejum escolhido por Deus.


COMO COMEÇAR?

* Não comece jejuando logo quarenta dias!!
* Jejue até o almoço.
* Depois passe do almoço até a janta.
* Depois até a hora de dormir ou até o outro dia pela manhã.Sentirá fome, é claro, mas isto é o jejum. Quando suprimir isto, poderá jejuar por três, cinco e sete dias.
* Quanto mais longo for o jejum, mais convicção a pessoa precisa ter que é vontade de Deus que faça assim.
* Não é bom alimentar-se muito no dia anterior ao jejum.
* É bom deixar o café e o chá alguns dias antes para não dar problema de dores de cabeça, tentações...
* E prepare-se para o jejum ser um tempo de luta contra os poderes das trevas.

COMO TERMINAR O JEJUM?

* Comendo coisas leves.

* Se um jejum for prolongado, não se deve interromper com comidas fortes.


TRÊS TIPOS DE JEJUM

* Jejum parcial – Daniel 10.3

Uma restrição na dieta e não uma abstenção completa. Este tipo de jejum pode servir de primeiro passo para as pessoas de compleição física fraca e para as que nunca jejuaram. A pessoa se abstém de certas refeições diárias e de certos alimentos.


* Jejum absoluto – Atos 9.9

Neste tipo de jejum a pessoa se abstém de comida e bebida. Não dura mais que três dias, pois ficar sem beber água durante muito tempo pode causar danos ao organismo.


* Jejum sobrenatural – Deuteronômio 9.9; Êxodo 34.18; 1 Reis 19.8; Mateus 4.2.

Moisés e Elias fizeram jejum sobrenatural e tiveram um fim também sobrenatural.

Deve-se ter certeza da vontade de Deus ao se fazer um jejum prolongado.
O jejum é para Deus somente, que nos vê em secreto. A motivação dele nunca será para nossas ambições pessoais mas para a glória do Senhor! Isaías 58 fala que o jejum agradável é aquele que Deus escolheu.

O jejum, como a oração, deve ter sua origem em Deus para que tenha efeito. Que o Senhor nos abençoe quando jejuarmos!

segunda-feira, 24 de abril de 2017

A  Doutrina do “inferno eterno” 


Não se assuste com o título do presente artigo, mas, leia o material antes de julgá-lo. Gostaria de repartir com você a posição bíblica (que é bem equilibrada) sobre o castigo dos maus, de maneira que qualquer mente racional/espiritual possa crer naquilo que realmente é a Verdade.
Algumas informações importantes antes do estudo de um assunto tão “melindroso”:
1) A palavra “inferno” que aparece em nossas Bíblias não existe no original grego ou hebraico (e aramaico) – línguas originais. Esse termo é “latim” (significa “lugar inferior”) e, sendo que a Bíblia não foi escrita originalmente em latim, não deveria ter sido adicionada por alguns tradutores (em outras versões não existe a palavra “inferno”, mas, se preserva as originais: hades, tártaros, sheol, Geena).
2) Morte é morte mesmo. Enquanto não aceitar que a ÚNICA esperança para o cristão que hoje descansa é a RESSURREIÇÃO (1 Tessalonicenses 4:18), deixar de acreditar num “tormento eterno” será impossível. É importante que estude a doutrina bíblica sobre o estado do ser humano na morte (Gênesis 2:7, 3:19; Eclesiastes 3:19-21; 9:5, 6 3 10; Salmo 13:3; Daniel 12:2; Lucas 14:14; 1 Tessalonicenses 4:13-18) e compreenda que os mortos voltarão a ter consciência somente quando Jesus voltar (Lucas 14:14), transformá-los e ressuscitá-los (1 Coríntios 15:51-55). Por isso, não estão desfrutando de alguma recompensa (Salmo 115:17) ou punição (2 Pedro 2:4 afirma que até mesmo os demônios estão reservados para um juízo futuro).
3) A doutrina de um “inferno eterno” veio “sob encomenda” da igreja medieval, que usava a pressão psicológica para conseguir indulgências, obediência e apoio para a inquisição (matar os “hereges”). Antes, os gregos dividiam o “hades” em duas partes: uma onde ficavam as “almas” dos bons e outra em que ficavam as “almas” dos maus. Perceba que a origem do ensino é pagã e medieval.
4) Quando Cristo usa em Marcos 9:43-48 o termo “inferno”, no original é “Geena” e se refere não a um inferno existente, mas, ao lago de fogo que EXISTIRÁ depois do milênio (Apocalipse 20).
5) A justiça eterna de Deus não exige uma eternidade de sofrimento, como afirmam alguns teólogos preocupados mais em filosofar do que em estudar a Bíblia. O amor de Deus e a justiça dEle estão de mãos dadas. Por isso, a justiça eterna de Deus precisa ser vista como fazendo parte do Seu amor eterno. Assim, chegaremos à conclusão de que, por ser eternamente justo, o Senhor permitirá que os maus sejam castigados e depois destruídos definitivamente.

Quando existirá o lago de fogo
As Escrituras não ensinam que há um inferno de fogo, mas sim que haverá.
Um dia, Deus lançará o diabo e seus seguidores em um lago de fogo (Apocalipse 20:10), que só existirá após o período dos mil anos, como mencionei a princípio. Isso é muito claro nas Escrituras, que ensinam ser o juízo um evento futuro (Atos 17:31).
Portanto, os que não foram dignos da Salvação não se encontram hoje “em sofrimento”, mas, num sono profundo (Jeremias 51:57) até o dia em que serão penalizados (João 5:28, 29).
Todos queimarão como palha?
Não. O sofrimento de alguns pecadores durará um período de vários dias e noites (e até mais), porque cada um será recompensado “segundo as suas obras” (Mateus 16:27).
A Bíblia ensina que o castigo varia em “grau e intensidade”, especialmente nos versos a seguir:
“Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida! Porque, se em Tiro e em Sidom se tivessem operado os milagres que em vós se fizeram, há muito que elas se teriam arrependido com pano de saco e cinza. E, contudo, vos digo: no Dia do Juízo, haverá menos rigor para Tiro e Sidom do que para vós outras.” Mateus 11:21-22.
“Aquele servo, porém, que conheceu a vontade de seu senhor e não se aprontou, nem fez segundo a sua vontade será punido com muitos açoites. Aquele, porém, que não soube a vontade do seu senhor e fez coisas dignas de reprovação levará poucos açoites. Mas àquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido; e àquele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão.” Lucas 12:47-48 (Grifos meus)
Se o grau de castigo fosse o mesmo para todos (aniquilação instantânea ou tormento eterno), por que Jesus afirmou que no dia do julgamento haveria menos rigor para as cidades de Tiro e Sidom e que alguns receberão muitos açoites enquanto que outros ganharão poucos açoites?

“Uma distinção, porém, se faz entre as duas classes que ressuscitam. “Todos os que estão nos sepulcros ouvirão a Sua voz. E os que fizeram o bem, sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação.” João 5:28 e 29. Os que foram “tidos por dignos” da ressurreição da vida, são “bem-aventurados e santos”. “Sobre estes não tem poder a segunda morte.” Apoc. 20:6. Os que, porém, não alcançaram o perdão, mediante o arrependimento e a fé, devem receber a pena da transgressão: “o salário do pecado”. Sofrem castigo, que varia em duração e intensidade, “segundo suas obras”, mas que finalmente termina com a segunda morte. Visto ser impossível para Deus, de modo coerente com a Sua justiça e misericórdia salvar o pecador em seus pecados, Ele o despoja da existência, que perdeu por suas transgressões, e da qual se mostrou indigno. Diz um escritor inspirado: “Ainda um pouco, e o ímpio não existirá; olharás para o seu lugar e não aparecerá.” E outro declara: “E serão como se nunca tivessem sido.” Sal. 37:10; Obad. 16. Cobertos de infâmia, mergulham, sem esperança, no olvido eterno” 
Sendo assim, o diabo ficará no fogo mais tempo do que os outros, pois seus pecados foram em maior proporção (além de ele ser o originador do mesmo – João 8:44 – e tentador dos seres humanos).
Entretanto, a Bíblia não diz que ele e os demais serão atormentados pela eternidade. Depois do castigo proporcional às obras de cada um, Deus destruirá definitivamente o mal e os que se apegaram a ele:
“… os ímpios serão como o restolho; o dia que vem os abrasará, diz o SENHOR dos Exércitos [veja: diz o SENHOR e não os adventistas…], de sorte que não lhes deixará nem raiz nem ramo… Pisareis os perversos, porque se farão cinzas debaixo das plantas de vossos pés, naquele dia que prepararei, diz o SENHOR dos Exércitos.” Malaquias 4:1-3
“Os ímpios, no entanto, perecerão, e os inimigos do SENHOR serão como o viço das pastagens; serãoaniquilados e se desfarão em fumaça.” Salmo 37:20.
“E o Deus da paz, em breve, esmagará debaixo dos vossos pés a Satanás. A graça de nosso Senhor Jesus seja convosco.” Romanos 16:20.
A fim de compreender o assunto do “inferno” (na verdade, lago de fogo) biblicamente, não devemos ignorar esses textos.
Isso deveria ser claro para todos nós cristãos, pois, se o diabo e os demais forem “mantidos com vida” para serem “castigados” por um tempo sem fim, seria o mesmo que Deus dar a vida eterna ao diabo, aos demônios e aos que não aceitaram a Cristo. Isso é uma heresia, pois somente os justos comerão da árvore da vida para serem imortais! (Apocalipse 22:2). Leia 1 João 3:15 e comprove que ímpios não têm vida eterna!
O fogo será eterno nas conseqüências (a pessoa nunca mais será ressuscitada) e não na duração (Mateus 25:46).

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Pastores Aprovados por Deus
Há pastores na maioria das igrejas. Muitas pessoas almejam o cargo de pastor. Biblicamente, a função dos pastores é cuidar do rebanho (igreja) de Deus (veja 1 Pedro 5:1-2; Atos 20:28). Como servos de Deus, os verdadeiros pastores mostrarão a sua preocupação com a vontade do Senhor, fazendo e ensinando o que ele diz.
Nosso estudo de pastores, necessariamente, se baseia na Bíblia. Antes de entrar no estudo, quero explicar meus motivos. Estou escrevendo este artigo para ajudar pessoas honestas a servirem ao Senhor. Conforme o padrão bíblico, eu faço parte de uma congregação local, onde sirvo ao Senhor junto com outras pessoas. Não mantemos nenhum tipo de laço com nenhuma denominação. A nossa responsabilidade é de fazer a vontade de Deus, e aceitamos a Bíblia como a única fonte de informações sobre a vontade dele. Eu não tenho nenhum motivo para defender nem atacar qualquer pessoa ou organização religiosa. Meu propósito é bem simples: servir a Deus e ajudar outras pessoas a fazerem o mesmo.
Sem dúvida, este artigo não agradará a todos. Da mesma maneira que o ensinamento de Jesus desafiou os líderes religiosos de sua época, a palavra dele exige mudanças radicais por parte dos líderes de muitas igrejas hoje. Não podemos forçar ninguém a mudar, mas podemos e devemos avisar sobre o perigo de seguir a sabedoria humana (leia Provérbios 14:12; Isaías 55:6-9; Jeremias 10:23; Ezequiel 3:18-21). Eu sei, de antemão, que este estudo vai contrariar os ensinamentos e as práticas de muitos pastores e de muitas igrejas. Mas, eu não posso servir a Deus e agradar a todos os homens (Gálatas 1:10). Apresento este artigo depois de anos de estudo e oração, com o único propósito de divulgar e defender a palavra pura do Deus santo. Peço que você aborde o assunto com mansidão e o desejo de aprender a aplicar a palavra do Senhor. "Portanto, despojando_vos de toda impureza e acúmulo de maldade, acolhei, com mansidão, a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar a vossa alma. Tornai_vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando_vos a vós mesmos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não praticante, assemelha_se ao homem que contempla, num espelho, o seu rosto natural; pois a si mesmo se contempla, e se retira, e para logo se esquece de como era a sua aparência. Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem_aventurado no que realizar" (Tiago 1:21-25).
Pastores/anciãos no Velho Testamento
Sabemos que o Novo Testamento, o evangelho de Cristo, fornece o padrão para a igreja de hoje (veja João 12:48-50; Hebreus 8:6-13; 2 João 9; Colossenses 3:17). Mas o Antigo Testamento contém exemplos instrutivos que ajudam para entender a vontade de Deus (1 Coríntios 10:1-13; Romanos 15:4). No Velho Testamento, encontramos líderes entre o povo de Israel chamados, às vezes, anciãos (o sentido da palavra presbítero no Novo Testamento). Os anciãos das cidades israelitas resolveram problemas que surgiram entre as pessoas (Deuteronômio 21:2,19; 22:15-17; Rute 4:1-11). Quando não conduziram o povo no caminho de Deus, ele cobrou: "O Senhor entra em juízo contra os anciãos do seu povo e contra os seus príncipes. Vós sois os que consumistes esta vinha; o que roubastes do pobre está em vossa casa. Que há convosco que esmagais o meu povo e moeis a face dos pobres? —diz o Senhor, o Senhor dos Exércitos" (Isaías 3:14-15). Deus condenou os pastores gananciosos que não compreenderam a vontade dele e conduziram o povo ao pecado (Isaías 56:9-12). Jeremias transmitiu as palavras do Senhor sobre pastores maus: "Porque os pastores se tornaram estúpidos e não buscaram ao Senhor; por isso, não prosperaram, e todos os seus rebanhos se acham dispersos" (Jeremias 10:21). "Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto! —diz o Senhor. Portanto, assim diz o Senhor, o Deus de Israel, contra os pastores que apascentam o meu povo: Vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e delas não cuidastes; mas eu cuidarei em vos castigar a maldade das vossas ações, diz o Senhor" (Jeremias 23:1-2).
Pastores nas igrejas do Novo Testamento
No Novo Testamento, encontramos muitas referências aos pastores/presbíteros/ bispos. Descobrimos em Atos 20:17 e 28 que esses três termos se referem aos mesmos homens (veja, também, 1 Pedro 5:1-2, onde os presbíteros pastoreiam). Não temos nenhuma base bíblica para usar o termo "bispo" para descrever um cargo, "pastor" para outro e "presbítero" para ainda outro. Pastores, bispos e presbíteros são os mesmos servos. Lendo o livro de Atos, achamos vários versículos que mencionam presbíteros: na Judéia (11:30); em cada igreja na Ásia Menor (14:23); em Jerusalém (15:2,4,6,22,23; 16:4); da igreja em Éfeso (20:17,28) e, mais uma vez, em Jerusalém (21:18). As epístolas, também, se referem aos homens que pastoreavam as igrejas: "pastores e mestres" (Efésios 4:11); "bispos" em Filipos (Filipenses 1:1); "o presbitério" (1 Timóteo 4:14); "presbíteros que há entre vós" (1 Pedro 5:1; aqui aprendemos que Pedro era presbítero, um dos dois apóstolos assim identificados—veja 2 João 1 e 3 João 1).
O trabalho dos presbíteros inclui várias funções importantes: pastorear (Atos 20:28; 1 Pedro 5:2); ensinar (Efésios 4:11-16; Tito 1:9); ser modelos (1 Pedro 5:3); presidir (1 Timóteo 5:17); vigiar (Atos 20:31); velar por almas (Hebreus 13:17); guiar (Hebreus 13:17); cuidar/governar (1 Timóteo 3:5); ser despenseiro de Deus (Tito 1:7); exortar (Tito 1:9); calar os enganadores (Tito 1:9-11); etc.
Observamos em todos os exemplos bíblicos que as igrejas que tinham presbíteros sempre tinham mais de um. Seja em Jerusalém, Éfeso, Filipos ou outro lugar, sempre fala dos presbíteros no plural. A prática comum nas igrejas de hoje, de ter um só pastor numa congregação, não tem nenhum fundamento bíblico.
As qualificações bíblicas de pastores/presbíteros/bispos
Paulo cita as qualificações dos bispos/presbíteros em duas cartas (1 Timóteo 3:1-7; Tito 1:5-9). A linguagem dele deixa bem claro que ele não está dando meras sugestões, e sim requerimentos. Em 1 Timóteo 3:2 ele diz: "É necessário, portanto, que o bispo seja...." Tito 1:7 diz: "Porque é indispensável que o bispo seja...." Antes de examinar as qualificações em si, vamos entender bem esse ponto. Os requerimentos que encontramos nesses dois trechos são qualidades que o Espírito Santo revelou, através de Paulo, como exigências. Para servir como presbítero, um homem precisa de todas essas qualidades. Ninguém tem direito de apagar nenhum "i" ou "til" do que Deus falou aqui.
Agora, vamos ler o que o Espírito falou nessas duas listas paralelas (bem semelhantes, mas não exatamente iguais).
"Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja. É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento; e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?); não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo. Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora, a fim de não cair no opróbrio e no laço do diabo" (1 Timóteo 3:1-7).
"Por esta causa, te deixei em Creta, para que pusesses em ordem as coisas restantes, bem como, em cada cidade, constituísses presbíteros, conforme te prescrevi: alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados. Porque é indispensável que o bispo seja irrepreensível como despenseiro de Deus, não arrogante, não irascível, não dado ao vinho, nem violento, nem cobiçoso de torpe ganância; antes, hospitaleiro, amigo do bem, sóbrio, justo, piedoso, que tenha domínio de si, apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem" (Tito 1:5-9).
Leia esses trechos com bastante atenção. Os pastores na sua igreja têm todas essas qualificações? São homens? Casados? Pais de famílias? Com filhos crentes? Conhecedores da palavra? Hospitaleiros? Respeitados por todos? Irrepreensíveis? Professores capazes? Amigos do bem? Têm todas as outras qualidades citadas aqui? Homens com todas essas qualificações são uma grande bênção ao povo de Deus, e serão extremamente úteis nas igrejas locais onde servem como presbíteros. Mas, pessoas que não têm essas qualificações não são autorizadas por Deus a serem pastores. A igreja que escolhe pessoas não-qualificadas como bispos está desrespeitando a palavra de Deus. Pessoas não-qualificadas que aceitam o cargo de pastor estão agindo contra o Supremo Pastor. Presbíteros não-qualificados que continuam nesse papel estão violando a palavra de Deus.
É notável que essas passagens não falam nada sobre escolaridade, cursos superiores, cursos de teologia, diplomas, certificados de seminários, etc. Muitas igrejas têm colocado tais coisas como seus próprios requerimentos, deixando de lado as exigências de Deus.
Desafios atuais
Não é possível, num pequeno artigo como este, elaborar um estudo completo sobre pastores. O propósito deste artigo é desafiar cada leitor a estudar mais, procurando entender bem o que Deus revelou sobre liderança na igreja. Mas, não é o bastante ouvir a palavra. Tem que praticá-la (Tiago 1:22-25). Se você, ou a igreja onde você congrega, esteja agindo de forma errada, há uma solução só: arrepender-se e começar a obedecer ao Senhor. Pastores não-qualificados devem renunciar ou serem removidos do cargo, para não trazer a ira de Deus sobre a igreja. E se sua igreja insiste em manter pastor(es) não aprovado(s) de Deus, você terá que escolher entre Deus e os homens (Mateus 15:9; Josué 24:15). Tal igreja está desordenada (Tito 1:5) e não procede como deve (1 Timóteo 3:15). Igrejas que ainda não têm presbíteros devem encorajar todos os homens a se desenvolverem espiritualmente para serem qualificados, se possível, no futuro.

É bem provável que alguns leitores, especialmente os que fazem parte da liderança de algumas denominações, não gostarão deste artigo. Não aceite nada que vem de mim ou de qualquer outro homem; mas não rejeite nada que vem de Deus. "Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo" (Gálatas 1:10).
Transformando o Dinheiro em Tesouros Celestiais
  
Você já parou para pensar qual é a trajetória que Deus deseja para nosso dinheiro?
Cremos que seja uma trajetória tríplice:
• Devolver ao SENHOR;
• Pagar a Si Mesmo;
• Ajudar ao Próximo.
Além das contribuições para a obra de Deus e de nosso suprimento pessoal, existe
ainda algo muito importante que muitos cristãos estão se esquecendo que é a prática da generosidade.
Pratiquem o bem, sejam ricos em boas obras, generosos e
prontos a repartir” (1Tm 6:18).
Há quem dê generosamente, e vê aumentar suas riquezas;
outros retêm o que deveriam dar, e caem na pobreza. O generoso prosperará; quem dá alívio aos outros, alívio
receberá” (Pv 11:24-25).
Dê ofertas sim, mas não deixe de praticar a generosidade com seu próximo.
Mesmo que você tenha pouco, pratique todos os dias a generosidade.
NÃO ESPERE TER MUITO!
Enquanto isso não se tornar hábito em sua vida, talvez Deus nem te permita ter muito.
Faça disso um hábito, uma fortaleza em
seu caráter cristão. Assim como nas ofertas, Deus também se alegra quando somos generosos ao próximo, principalmente quando o fazemos de coração.
Vamos lembrar dos principais mandamentos que o Senhor nos deixou:
Ame o Senhor, o  seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e  de todo o seu entendimento. Este é o primeiro e maior mandamento. E o segundo é semelhante a ele: Ame o  seu próximo como a si mesmo” (Mt 22:37-39)
Temos falado muito neste blog sobre finanças e empreendedorismo para Cristãos que por meio de nossas finanças Deus testa o quão confiáveis somos. Também através da área financeira podemos demonstrar amor ao Senhor e ao próximo.
Como temos sempre dito, Ele é o dono de tudo, a Ele pertence a prata e o ouro.
O que você tem feito com o dinheiro que Ele coloca em suas mãos?
Ore para que Deus lhe conceda sabedoria para administrar suas
finanças conforme a Sua vontade.
“Assim, se vocês não forem dignos de confiança em lidar
com as riquezas deste mundo ímpio, quem lhes confiará
as verdadeiras riquezas?” (Lc 16:11).
O dinheiro e os bens materiais podem se transformar em
tesouros celestiais.
Veja o que o autor A. W. Tozer  diz:
“Como algo freqüentemente necessário, o dinheiro também pode ser transformado em tesouros eternos.
Posso, por exemplo, transformar o dinheiro em alimento para os que têm fome ou em roupas para os pobres, posso usá-lo para garantir o sustento de missionários que levam o Evangelho para aqueles que não conhecem a Jesus, e assim transformá-lo em tesouros celestiais. Qualquer bem temporal pode ser transformado em um
tesouro eterno. Tudo o que oferecemos a Cristo é imediatamente revestido de imortalidade”.
“Ordene aos que são ricos no presente mundo que não sejam
arrogantes, nem ponham a sua esperança na incerteza da
riqueza, mas em Deus, que de tudo nos provê ricamente,
para a nossa satisfação. Ordene-lhes que pratiquem o bem,
sejam ricos em boas obras, generosos e prontos a repartir.
Dessa forma, eles acumularão um tesouro para si mesmos,
um firme fundamento para a era que há de vir, e assim
alcançarão a verdadeira vida” (1 Tm 6:17-19).
Desejamos que nesta Páscoa você se lembre do grande Amor de Jesus que morreu por mim e por você na cruz do calvário.
Faça o seu dinheiro se transformar em tesouros celestiais.
Lembre-se que quem doa a um necessitado, está doando ao próprio Deus.